Leia o texto abaixo publica no Jornal MUNDO JOVEM de março de 2010.
" A experiência de leitura de uma obra e, ainda, o seu diálogo com o outro proporciona uma dimensão diferente da experiência individual, trazida pela leitura silenciosa e solitária. Essa dimensão estimula outras visões e impressões sobre as leituras percorridas, contribuindo para um entendimento que comporta a diversidade e a pluralidade.
Por isso, esta vivência de leitura compartilhada convida-nos a repensar a natureza das práticas escolarizadas de leitura, muitas vezes presas a paradigmas de uma leitura controlada, silenciosa, individualizada e que supõe que memsos materias de leitura produzem mesmos sentidos em diferentes leitores".
A partir da leitura feita, procure responder às questões propostas:
1. Qual função de linguagem está presente neste texto retirado de um jornal?
2. Quantos parágrafos tem? Quantas orações há em cada parágrafo?
3. Justificar a acentuação das palavras retiradas do texto:
experiência, diálogo, solitária, vivência, práticas.
4. Destaque e classifique todos os tipos de encontros presentes nas palavras:
experiência, leitura, ainda, obra, diálogo, individual, trazida, percorridas, presas, paradigmas, silenciosa, materiais.
5. Retire do primeiro parágrafo:
a- um substantivo polissílabo com hiato:
b- um substantivo trissílabo com ditongo decrescente, oral fechado:
c- um pronome adjetivo possessivo com ditongo decrescente, oral fechado:
d- uma palavra denotativa de inclusão com hiato e dígrafo vocãlico:
e- um adjetivo polissílabo, oxítono com hiato:
f- um verbo de 3ª conjugação com dois dígrafos vocálicos, um encontro consonantal perfeito e um hiato:
g- um substantivo abstrato com encontro consonantal perfeito:
h- um substantivo como núcleo o objeto direto tento um ditongo decrescente nasal fechado:
i- um pronome adjetivo com dígrafo consonantal na função de adjunto adnominal no sujeito:
j- um pronome relativo com dígrafo consonantal:
6. Esses dois parágrafos são dissertativos, logo escreva:
a- Qual o tema principal do assunto?
b- Onde ocorre a conclusão?
c- Cite as sugestões apresentadas na conclusão.
d- Cite os argumentos apresentados na introdução .
e- Cite cinco livros que você gostaria de ler compartilhando a leitura com seus colegas.
f- Sendo este texto retirado do jornal MUNDO JOVEM escreva quem desempenha os seguintes elementos da comunicação:
- Quem é o emissor?
- Quem pode ser o receptor?
- Qual o canal veiculado para que você possa ler?
- Qual código está sendo utilizado?
g - Tendo em vista que se escreve para o outro ler, qual o tipo de linguagem presente no texto?
h- Crie uma carta para a Secretária de Educação do Rio de Janeiro solicitando a ela que os jovens leiam mais.
i- Na escala de 0 a 10, que nota você atribuiria a você tendo em vista a quantidade de livros que lê por mês. Em seguida justifique sua nota.
j- Você utiliza a biblioteca do CSA? Que tipo de leitura você mais gosta? Justificar.
sábado, 6 de março de 2010
Alguns exercícios de múltipla escolha sobre orações coordenadas e subordinadas.
São apenas exercícios de treino e baseados em questões diversas de concursos.
Leia com atenção e marque o que está sendo pedido.
1. "Lembro-me de que ele só usava camisas brancas." A oração subordinada substantiva é:
( ) completiva nominal ( ) objetiva indireta
( ) objetiva direta ( ) subjetiva
2. Há oração principal em:
( ) Vesti-me rapidamente, tomei um táxi, mas cheguei atrasado.
( ) Estudamos toda a matéria, depois fomos ao cinema.
( ) O autor sobre quem falávamos fará uma palestra amanhã no colégio.
( ) Não vejo flores nem escuto os pássaros.
3. "Nós o vimos chegar ao fórum".
A segunda oração exerce a função de:
( ) objeto direto
( ) adjunto adverbial
( ) objeto indireto
( ) sujeito
4. Aponte o único período em que ocorre oração subordinada adjetiva:
( ) Mesmo que vivas um século, nunca deixes de aprender.
( ) A cana só dá açúcar depois de passar por grandes apertos.
( ) O sucesso na vida depende unicamente de insitência e ação.
( ) Há quedas que provocam ascensões maiores.
5. Marque a alternativa incorreta, atentando para a análise sintática do período: " Muitos temem a reputação, poucos temem a consciência".
( ) É um período composto por coordenação com duas orações.
( ) repiutação e consciência têm a mesma função sitática
( ) as duas orações apresentam predicado verbo-nominal
( ) muitos e poucos desempenham a mesma função sintática.
6. Apresenta oração subordinada adverbial causal, a opção:
( ) Fez-me tantos elogios que me envaideceu deveras.
( ) Como bão entendesse do assunto preferiu não opinar.
( ) Você só se sentirá realmente feliz, se souber repartir a felicidade.
( ) Acho que deste assunto sei tanto quanto você.
7. "O homem que confessa a sua ignorância revela-a uma só vez; o homem que tenta ocultá-la, revela-a muitas vezes." A propósito deste período assinale a análise incorreta:
( ) o período é composto por coordenação e subordinação
( ) os dois pronomes relativos exercem a função de sujeito
( ) a primeira oração sub. adjetiva possui dois adjuntos adnominais
( ) as duas orações principais não possuem predicativo.
8. Ocorre período misto na seguinte opção:
( ) O silêncio diz mais que um longo discurso.
( ) Mudamos de paixões, mas não vivemos sem que elas existam.
( ) Tudo o que é débil é velho; tudo o que é forte é jovem.
( ) Palavras fortes e amargas indicam uma causa fraca.
9. " O maior dos mandamentos é este: AMAR AO PRÓXIMO". A oração sem destauqe classifica-se como substantiva:
( ) predicativa
( ) completiva nominal
( ) apositiva
( ) apositiva
10. Em uma das opções há um período composto por subordinação. Aponte-a:
( ) A palavra vale prata, o silêncio vale ouro.
( ) Suportam melhor censura os que merecem elogios.
( ) A familiaridade encurta o respeito e rebaixa a autoridade.
( ) A compaixão mantém a ferida aberta.
11. "Juro que vi sorrir o bom monarca". A oração subordinada é:
( ) substantiva objetiva direta
( ) Subordinada substantiva objetiva indireta
( ) Subordinada adverbial causal
( ) subordinada substantiva completiva nominal
12. "Esta foi a razão por que dedicou vida aos livros." A oração subordinada é:
( ) adjetiva restritiva
( ) adejtiva explicativa
( ) adverbial consecutiva
( ) adverbial causal
13. Em todos os períodos há uma oração subordinada substantiva, exceto:
( ) Eu queria saber qual era o meu lote.
( ) Sei que um dia abrirão as asas para o voo necessário.
( ) Nem se lembrava das angústias e dos sofrimentos.
( ) Seu desejo era se tornar escritora.
14. O texto " Pega o paletó, veste-o e sai" é:
( ) uma frase nominal absoluta
( ) um período simples
( ) uma oração absoluta
( ) um período composto por coordenação
15. "Ficou zangado,EMBORA não fosse nada com ele". A palavra destacada inicia uma oração:
( ) causal
( ) adversativa
( ) concessiva
( ) conformativa
16. "Nunca a fortuna põe um homem em tal altura que não precise de um amigo". A oração dois é:
( ) coordenada conclusiva
( ) subordinada consecutiva
( ) coordenada explicativa
( ) subordinada concessiva
17. Em : "A rosa seria soberba se não tivesse nascido entre espinhos". A oração subordinada é:
( ) concessiva
( ) substantiva subjetiva
( ) adverbial condicional
( ) adverbial concessiva
18. O período é composto por coordenação na seguinte alternativa:
( ) A vida é dura para quem é mole.
( ) O braço constrói, o espírito eterniza.
( ) Nunca amamos aquele que tememos.
( ) A paz desfavorável é pior que a guerra.
19. "Jejuo o materialismo, logo amo". É incorreta a análise seguinte:
( ) o período é composto por coordenação
( ) a segunda oração possui adjunto adverbial
( ) o predicado das duas orações é verbal
( ) o verbo da segunda é intransitivo.
20. "Como a mãe não se voltasse para vê-lo, deu uma corridinha em direção de seu quarto". O fragmento só não apresenta:
( ) oração subordinada causal
( ) predicativo do sujeito
( ) adjunto adverbial
( ) adjunto adnominal
Depois continuarei. Faça com calma e atenção.Boa sorte! 06 de março de 2010.
Leia com atenção e marque o que está sendo pedido.
1. "Lembro-me de que ele só usava camisas brancas." A oração subordinada substantiva é:
( ) completiva nominal ( ) objetiva indireta
( ) objetiva direta ( ) subjetiva
2. Há oração principal em:
( ) Vesti-me rapidamente, tomei um táxi, mas cheguei atrasado.
( ) Estudamos toda a matéria, depois fomos ao cinema.
( ) O autor sobre quem falávamos fará uma palestra amanhã no colégio.
( ) Não vejo flores nem escuto os pássaros.
3. "Nós o vimos chegar ao fórum".
A segunda oração exerce a função de:
( ) objeto direto
( ) adjunto adverbial
( ) objeto indireto
( ) sujeito
4. Aponte o único período em que ocorre oração subordinada adjetiva:
( ) Mesmo que vivas um século, nunca deixes de aprender.
( ) A cana só dá açúcar depois de passar por grandes apertos.
( ) O sucesso na vida depende unicamente de insitência e ação.
( ) Há quedas que provocam ascensões maiores.
5. Marque a alternativa incorreta, atentando para a análise sintática do período: " Muitos temem a reputação, poucos temem a consciência".
( ) É um período composto por coordenação com duas orações.
( ) repiutação e consciência têm a mesma função sitática
( ) as duas orações apresentam predicado verbo-nominal
( ) muitos e poucos desempenham a mesma função sintática.
6. Apresenta oração subordinada adverbial causal, a opção:
( ) Fez-me tantos elogios que me envaideceu deveras.
( ) Como bão entendesse do assunto preferiu não opinar.
( ) Você só se sentirá realmente feliz, se souber repartir a felicidade.
( ) Acho que deste assunto sei tanto quanto você.
7. "O homem que confessa a sua ignorância revela-a uma só vez; o homem que tenta ocultá-la, revela-a muitas vezes." A propósito deste período assinale a análise incorreta:
( ) o período é composto por coordenação e subordinação
( ) os dois pronomes relativos exercem a função de sujeito
( ) a primeira oração sub. adjetiva possui dois adjuntos adnominais
( ) as duas orações principais não possuem predicativo.
8. Ocorre período misto na seguinte opção:
( ) O silêncio diz mais que um longo discurso.
( ) Mudamos de paixões, mas não vivemos sem que elas existam.
( ) Tudo o que é débil é velho; tudo o que é forte é jovem.
( ) Palavras fortes e amargas indicam uma causa fraca.
9. " O maior dos mandamentos é este: AMAR AO PRÓXIMO". A oração sem destauqe classifica-se como substantiva:
( ) predicativa
( ) completiva nominal
( ) apositiva
( ) apositiva
10. Em uma das opções há um período composto por subordinação. Aponte-a:
( ) A palavra vale prata, o silêncio vale ouro.
( ) Suportam melhor censura os que merecem elogios.
( ) A familiaridade encurta o respeito e rebaixa a autoridade.
( ) A compaixão mantém a ferida aberta.
11. "Juro que vi sorrir o bom monarca". A oração subordinada é:
( ) substantiva objetiva direta
( ) Subordinada substantiva objetiva indireta
( ) Subordinada adverbial causal
( ) subordinada substantiva completiva nominal
12. "Esta foi a razão por que dedicou vida aos livros." A oração subordinada é:
( ) adjetiva restritiva
( ) adejtiva explicativa
( ) adverbial consecutiva
( ) adverbial causal
13. Em todos os períodos há uma oração subordinada substantiva, exceto:
( ) Eu queria saber qual era o meu lote.
( ) Sei que um dia abrirão as asas para o voo necessário.
( ) Nem se lembrava das angústias e dos sofrimentos.
( ) Seu desejo era se tornar escritora.
14. O texto " Pega o paletó, veste-o e sai" é:
( ) uma frase nominal absoluta
( ) um período simples
( ) uma oração absoluta
( ) um período composto por coordenação
15. "Ficou zangado,EMBORA não fosse nada com ele". A palavra destacada inicia uma oração:
( ) causal
( ) adversativa
( ) concessiva
( ) conformativa
16. "Nunca a fortuna põe um homem em tal altura que não precise de um amigo". A oração dois é:
( ) coordenada conclusiva
( ) subordinada consecutiva
( ) coordenada explicativa
( ) subordinada concessiva
17. Em : "A rosa seria soberba se não tivesse nascido entre espinhos". A oração subordinada é:
( ) concessiva
( ) substantiva subjetiva
( ) adverbial condicional
( ) adverbial concessiva
18. O período é composto por coordenação na seguinte alternativa:
( ) A vida é dura para quem é mole.
( ) O braço constrói, o espírito eterniza.
( ) Nunca amamos aquele que tememos.
( ) A paz desfavorável é pior que a guerra.
19. "Jejuo o materialismo, logo amo". É incorreta a análise seguinte:
( ) o período é composto por coordenação
( ) a segunda oração possui adjunto adverbial
( ) o predicado das duas orações é verbal
( ) o verbo da segunda é intransitivo.
20. "Como a mãe não se voltasse para vê-lo, deu uma corridinha em direção de seu quarto". O fragmento só não apresenta:
( ) oração subordinada causal
( ) predicativo do sujeito
( ) adjunto adverbial
( ) adjunto adnominal
Depois continuarei. Faça com calma e atenção.Boa sorte! 06 de março de 2010.
sábado, 22 de novembro de 2008
Mudanças Ortográficas
Escrever bem é cada vez mais importante.
Quem domina corretamente as palavras tem mais chances de crescer profissionalmente e merece reconhecimento de todos à sua volta.
Não é fácil ter esse domínio, mas algumas regras ajudam. Por isso foi assinado o novo acordo ortográfico e teremos novas regrinhas de acentuação.
Uma regra que sofrerá alterações é o que diz respeito ao uso do acento agudo. Ele desaparecerá nas palavras da língua portuguesa em três casos, como a seguir:
a) nos ditongos ( encontro de duas vogais proferidas em uma só sílaba) abertos ei e oi das palavras paroxítonas ( aquelas cuja sílaba pronunciada com mais intensidade é a penúltima).
Desse modo aspalavras ficarão: assembleia, heroico, ideia, jiboia, plateia, ateia, etc.
Porém, as oxítonas ( palavras com acento na última sílaba e os monossílabos tônicos terminados em éi, éu e ói continuam com o acento ( no singular e no plural). Exemplos: herói(s), ilhéu(s), chapéu(s), anéis, dói, céu, véus, pastéis, etc.
b) nas palavras paroxítonas com i e u tônicos que formam hiato ( seqüência de duas vogais que pertencem a sílabas diferentes) com a vogal anterior quando esta faz parte de um ditongo.
Hoje as palavras: feiúra, baiúca são grafas com acento agudo. Elas perderão o acento e ficarão assim: feiura, baiuca e outras mais.
No entanto, as letras i e u continuam a ser acentuadas se formarem hiato mas estiverem sozinhas na sílaba ou seguidas de s. Exemplos: baú, baús, saída, saúva, egoísta, Piauí, tuiuiú, balaústre, e outras.
c) nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com o u tônico precedido das letras g ou q e seguido de e ou i. Esses casos são pouco freqüentes na língua portuguesa: apenas nas formas verbais de argüir e redargüir.
Hoje grafam-se assim: argúis, argúem, redargúis, redargúem. Ficarão desse modo: argui, arguem, redarguis, redarguem.
E por hoje é só. Depois continuarei com as mudanças.
Quem domina corretamente as palavras tem mais chances de crescer profissionalmente e merece reconhecimento de todos à sua volta.
Não é fácil ter esse domínio, mas algumas regras ajudam. Por isso foi assinado o novo acordo ortográfico e teremos novas regrinhas de acentuação.
Uma regra que sofrerá alterações é o que diz respeito ao uso do acento agudo. Ele desaparecerá nas palavras da língua portuguesa em três casos, como a seguir:
a) nos ditongos ( encontro de duas vogais proferidas em uma só sílaba) abertos ei e oi das palavras paroxítonas ( aquelas cuja sílaba pronunciada com mais intensidade é a penúltima).
Desse modo aspalavras ficarão: assembleia, heroico, ideia, jiboia, plateia, ateia, etc.
Porém, as oxítonas ( palavras com acento na última sílaba e os monossílabos tônicos terminados em éi, éu e ói continuam com o acento ( no singular e no plural). Exemplos: herói(s), ilhéu(s), chapéu(s), anéis, dói, céu, véus, pastéis, etc.
b) nas palavras paroxítonas com i e u tônicos que formam hiato ( seqüência de duas vogais que pertencem a sílabas diferentes) com a vogal anterior quando esta faz parte de um ditongo.
Hoje as palavras: feiúra, baiúca são grafas com acento agudo. Elas perderão o acento e ficarão assim: feiura, baiuca e outras mais.
No entanto, as letras i e u continuam a ser acentuadas se formarem hiato mas estiverem sozinhas na sílaba ou seguidas de s. Exemplos: baú, baús, saída, saúva, egoísta, Piauí, tuiuiú, balaústre, e outras.
c) nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com o u tônico precedido das letras g ou q e seguido de e ou i. Esses casos são pouco freqüentes na língua portuguesa: apenas nas formas verbais de argüir e redargüir.
Hoje grafam-se assim: argúis, argúem, redargúis, redargúem. Ficarão desse modo: argui, arguem, redarguis, redarguem.
E por hoje é só. Depois continuarei com as mudanças.
sábado, 25 de outubro de 2008
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Níveis de Linguagem
Hoje, em todas as escolas, há necessidade de se produzir textos. É de extrema importância trabalhar com o aluno a realização de textos coesos e coerentes. Para isso deve-se observar os níveis de linguagem.
Há basicamente dois níveis de linguagem: a linguagem formal e a linguagem coloquial.
Por linguagem formal entende-se a língua culta, que se caracteriza pela correção gramatical, ausência de gírias ou termos regionais, riqueza de vocabulários e frases bem elaboradas, coesas e com coerência.
A linguagem coloquial aquela que as pessoas utilizam no dia-a-dia, conversando informalmente com amigos, parentes e colegas. É a linguagem descontraída, que dispensa formalidades, aceita gírias, diminutivos afetivos e palavras de cunho regional.
Para se escrever uma narração pode-se usar os dois níveis de linguagem. A linguagem formal pode estar presente as frases do narrador e a coloquial no registro das falas de alguns personagens.
Para se escrever bem é necessário ler o que se escreve e observar bem a coesão e a coerência daquilo que se está produzindo.
A partir do texto abaixo procure aplicar os diferentes níveis de linguagem.
Texto: UM ATO VOLUNTÁRIO
Após assistir às aulas do cursinho, em seu primeiro dia de aula, Maria Helena dirigiu-se ao ponto de ônibus.
Em volta do ponto havia dezenas de pessoas, alunos, com seu material escolar na mão, à espera dos transportes coletivos que passavam por aquela imensa avenida. Aproximava-se o seu ônibus. Ao avistá-lo, notou que vinha superlotado e decidiu esperar por um outro veículo da mesma linha. Ele certamente passaria cinco minutos depois.
Ela estava no ponto, cercada por inúmeras pessoas, e não sabia que a maioria delas iria entrar nesse ônibus abarrotado.
Já dentro do veículo, ouviu a inútil solicitação do cobrador para que as pessoas dessem um passo à frente. Não havia para onde ir, nem mesmo como se mexer, devido à superlotação.
Atividade:
1.Após o primeiro parágrafo, procure criar uma conversa entre Maria Helena e uma outra pessoa que também estivesse no ponto de ônibus.
2.Criar também um diálogo entre um dos passageiros e o cobrador.
Utilize a linguagem formal em todas as falas que você criar.
Há basicamente dois níveis de linguagem: a linguagem formal e a linguagem coloquial.
Por linguagem formal entende-se a língua culta, que se caracteriza pela correção gramatical, ausência de gírias ou termos regionais, riqueza de vocabulários e frases bem elaboradas, coesas e com coerência.
A linguagem coloquial aquela que as pessoas utilizam no dia-a-dia, conversando informalmente com amigos, parentes e colegas. É a linguagem descontraída, que dispensa formalidades, aceita gírias, diminutivos afetivos e palavras de cunho regional.
Para se escrever uma narração pode-se usar os dois níveis de linguagem. A linguagem formal pode estar presente as frases do narrador e a coloquial no registro das falas de alguns personagens.
Para se escrever bem é necessário ler o que se escreve e observar bem a coesão e a coerência daquilo que se está produzindo.
A partir do texto abaixo procure aplicar os diferentes níveis de linguagem.
Texto: UM ATO VOLUNTÁRIO
Após assistir às aulas do cursinho, em seu primeiro dia de aula, Maria Helena dirigiu-se ao ponto de ônibus.
Em volta do ponto havia dezenas de pessoas, alunos, com seu material escolar na mão, à espera dos transportes coletivos que passavam por aquela imensa avenida. Aproximava-se o seu ônibus. Ao avistá-lo, notou que vinha superlotado e decidiu esperar por um outro veículo da mesma linha. Ele certamente passaria cinco minutos depois.
Ela estava no ponto, cercada por inúmeras pessoas, e não sabia que a maioria delas iria entrar nesse ônibus abarrotado.
Já dentro do veículo, ouviu a inútil solicitação do cobrador para que as pessoas dessem um passo à frente. Não havia para onde ir, nem mesmo como se mexer, devido à superlotação.
Atividade:
1.Após o primeiro parágrafo, procure criar uma conversa entre Maria Helena e uma outra pessoa que também estivesse no ponto de ônibus.
2.Criar também um diálogo entre um dos passageiros e o cobrador.
Utilize a linguagem formal em todas as falas que você criar.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
COMPREENSÃO DO QUE SE LÊ
Muitas vezes, nas escolas, discutimos de quem é a culpa do insucesso do aluno na leitura e traçamos metas para mudar, mas precisamos de perceber que todos os professores são responsáveis pelo avanço dos alunos na interpretação do que lêem.
A Língua Portuguesa é a nossa língua, independente de área, disciplina ou atividade em que atuamos, ela é obrigação de todos, falantes nativos.
Ficamos impressionados como dentro do universo educacional as pessoas ainda insistem em dizer que os professores de Língua Portuguesa são os responsáveis. Alguns esquecem que para atuar em qualquer ramo é necessário estar em comunhão com a Língua Pátria.
Para que possamos progredir em relação à leitura e melhoria no desempenho de nossos alunos, é necessário que todos nós, profissionais da educação, dividamos a responsabilidade de trabalhar a Língua Portuguesa com todos os nossos colegas. Todos precisam entender a importância de trabalharmos juntos para termos bons resultados.
Os resultados só serão alcançados a partir de uma mudança dentro de nós mesmos. Por exemplo, se o aluno em Matemática não consegue resolver os problemas propostos, há uma grande necessidade do professor trabalhar também a interpretação. Se o professor de Ciências, História, Geografia, Química, Física, e outras não consegue com que o aluno absorva a essência de sua disciplina, ao invés de decorá-la, ele também necessita de se envolver junto com o aluno no processo de leitura e interpretação.
Hoje, atuar como professor é ir além de dar uma aula. Ser professor é mediar o conhecimento, é fazer o aluno participar e perceber que precisa atuar no processo da construção do conhecimento, que a cada dia cresce e não está pronto nem acabado.
Não podemos colocar uma venda nos olhos e fingir que não há problemas de leitura e compreensão de textos. Vemos que os alunos avançam nas séries e continuam insuficientes na leitura. É preciso encarar a realidade, arregaçar as mangas, colocar a mão na massa e agir agora. Se o nosso aluno está no Ensino Médio e precisa ser alfabetizado, letrado, vamos fazer agora, já , sem empurrar para a série seguinte, nem culpar os anteriores professores.
Vamos trabalhar as deficiências agora ao invés de ficar maquiando estatísticas, simulando resultados, pois de nada valerão. O que importa é perceber que ler é tão amplo quanto a extensão do mundo. Trabalhar a leitura em todos os níveis é possibilitar um mundo mais justo, masi consciente, mais humano e solidário.
Assinar:
Postagens (Atom)

